
“Mas é isso mesmo que nos faz senhores da terra, é esse poder de restaurar o passado, para tocar a instabilidade das nossas impressões e a vaidade de nossos afetos. Deixa lá dizer Pascal que o homem é um caniço pensante. Não; é uma errata pensante, isso sim. Cada estação da vida é uma edição, que corrige a anterior, e que será corrigida também, até a edição definitiva, que o editor dá de graça aos vermes” – (Machado de Assis)
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Terminei essa semana a leitura de um livro do Ernesto Sábato, em que o personagem principal diz assim: “os detalhes me emocionam, não as generalidades”. Não teria frase melhor para fechar meu ano e começar este texto. São os detalhes, sem dúvida, que me emocionam mais. Pouco me importa se a pessoa faz isso ou aquilo, se seu nome é A ou B, se usa a moda da última estação ou farrapos. Tudo isso, para mim, são generalidades. Gosto mesmo dos detalhes, daqueles que fazem a pessoa ser como ela é.
Para esse último post do ano, seria fácil – muito fácil! – despejar aqui todas as coisas ruins que me aconteceram em 2011 (e, garanto-lhes que não foram poucas). Foi um dos anos mais difíceis que já tive na vida. Mas, assim como a personagem de Eleanor Porter, prefiro (e sobrevivo!) sendo Pollyanna, com o seu “jogo do contente” – no qual busca encontrar algo de positivo para qualquer situação que se viva. Então, com exceção de dois ou três tópicos (que julgo que foram muito representativos para mim), o restante da minha “retrospectiva de 2011” só traz as coisas boas. Sobretudo, as coisas que não devem ser esquecidas. As coisas ruins, sem serventia, vão ficar bem enterradinhas no passado porque é coisa morta, e eu – definitivamente – não sou um cemitério ambulante.
Minha retrospectiva, mais do que restaurar “o passado” para corrigir a “edição” recente de minha vida – como sugere Machado na citação acima – vem mesmo é tocar nos afetos – para não esquecê-los e melhorá-los na “edição” do próximo ano. Detalhes que cercaram o meu 2011, e, essencialmente, fizeram o que sou hoje – para quem sabe, formarem um “eu” melhor amanhã. Vamos nessa? Me conta algum detalhe “pollyanna” do seu ano também? Os meus, olha que coisa incrível, são muitos (mesmo em um ano ruim). Aliás, que ano ruim? It’s over.
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Uma conquista: vencer, por ora, a depressão. Melhor terapia do ano: caminhar pela Avenida Paulista, sempre, e sem pressa. A melhor festa: a de reabertura do Theatro Municipal de SP. O livro que mais gostei de ler: O Poder da Arte, do Simon Schama. O restaurante favorito: Vicolo Nostro Ristorante (ainda, e desde 2006). Um amor constantemente renovado: por meus pais e minhas irmãs. Companheirismo: meu namorado (six years, dear!). Paixão sem fim: Minha filhota lhasa apso. Uma meta alcançada: eliminar duas manias que trazia desde a infância. Uma exposição: Lugares, estranhos e quietos (fotografias de Wim Wenders). Filme que vi e mais gostei: Asas do Desejo (1987), de Wim Wenders. Uma ausência a ser equacionada: viagem de férias. Vinho preferido: Tinto Chileno Montes Alpha Carmenère – safra 2007. Uma alegria offline: conhecer, pessoalmente, o Andarilho – que me atura virtualmente desde 2007 e amo de paixão. Uma saudade: meu avô paterno. Um medo: a diabete e o coma da minha irmã mais nova. Uma pessoa que nunca será esquecida: Sérgio de Biasi. Outras que admiro e também partiram: Ernesto Sábato; Moacyr Scliar, Sergio Britto, Jack Kevorkian; Thomaz Farkas, Ítalo Rossi; Elizabeth Taylor, Amy Winehouse; Presente que mais gostei da ganhar: Caixa Photo Poche, da Cosac Naif (Box com cinco livros que trazem imagens e biografia dos fotógrafos: Henri Cartier-Bresson, Man Ray, Sebastião Salgado, Helmut Newton e Elliott Erwitt). Thanks querido Ric! Um momento gracinha: “apresentar” comida japonesa para o Eder Albergoni (por “apresentar”, leia: “obrigá-lo” a comer). Séries de TV: House e Dexter. Uma necessidade: dormir melhor. Uma descoberta: posso (e, continuo tentando) ser mais “social”. Um aprendizado constante: desapego, desapego e desapego – de coisas, de pessoas, e sentimentos que não me fazem ser melhor. Uma maluquice: ter o cabelo de quatro cores diferentes, em menos de 10 dias. Um orgulho: nunca, mesmo em anos ruins, abandonar a leitura. Um sonho pouco realizável: ter tempo (e dinheiro!) para poder escrever ficção. Maturidade: evitar (já é um começo!) qualquer tipo de autodestruição, especialmente no quesito “bebida”. Uma vontade: chocolate, ever. Um bloqueio (ainda): ligar/atender telefones, responder emails. Uma qualidade: generosidade. Três defeitos: impulsividade, inconstância e desorganização. Admiração, agradecimento e respeito: a todos os que veem aqui no blog dividir um pouco de suas vidas comigo. Quero: cozinhar mais (que adoro). Não quero: engordar (risos). Um tesão: um? Nem pensar: vários (mas, não conto! Descubram…). A melhor notícia musical do ano: A volta do Mazzy Star.
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Por isso, fechamos este post e 2011 com uma das melhores coisas da vida, que é ouvir música. Ah, sim, e não se esqueça de ser ridículo também durante o Ano Novo, porque no Natal se é ridículo coletivamente (com essas coisas de família e etc), e no réveillon individualmente (com aquele monte de listas e desejos). Permita-se. Depois temos um ano inteirinho pela frente para viver as chatices e tropeços da realidade!
Beijo, beijo! e, FELIZ ANO NOVO.
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Mazzy Star – Common Burn
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Simple things like you over cold round your beauty
That stay and burning me
Love me hang around even if it’s just some way to have
Some common burn… A common burn
Não consigo jogar esse jogo da Pollyana não. Ultimamente tenho visto o copo sempre meio vazio.
E essas coisas de edição do passado me lembrou do livro que eu li recentemente e que peguei milhares de citações, e que deixo uma aqui:
“Trata-se de um efeito psicológico simples: o cérebro elimina de nossa lembrança anual 320 dos 365 dias. O restante é editado e recheado de efeitos especiais – e assim um filme caseiro enfadonho vira um megasucesso psicopornô de ação. E de repente mesmo um professor de latim, que na adolescência era tímido demais para peidar na escola, pode contar aos filhos que foi um garanhão selvagem.”
Não é meio House style?
Beijos, beijos.
“Ultimamente tenho visto o copo sempre meio vazio.”
[...]
É sempre bom lembrar
Que um copo vazio
Está cheio de ar.
Que o ar no copo ocupa o lugar do vinho,
Que o vinho busca ocupar o lugar da dor.
Que a dor ocupa metade da verdade
[...]
Desculpe, não pude deixar de comentar!
Beijos.
Mas o ar nunca conta. Se contasse, não haveria copo vazio nem prato vazio.
E a dor é democrática, ocupa tanto a verdade, quanto a mentira.
Quem sou eu pra desculpar um comentário de um comentário?
sempre leio com atenção os seus comentários…
sou meio metidinha.. rsrs
e eu adoro os comentários dos comentários dos comentários
tão divertido!
Querido Andarilho, que livro é esse?
Sincero, de Jürgen Schmieder.
E aproveitando pra fazer um jabázinho:
http://estou-sem.blogspot.com/2011/12/livro-sincero.html
Oh, thanks!
Diga-me: o que você quer pra eu te deixar mais feliz?
um strip-tease? (se bem que só serviria pra você rir do meu ridículo)… um beijo na boca? um cafuné? porque, olha, você tem me deixado preocupada esses dias com esse seu copo meio vazio, viu! (e, não adianta dizer pra eu não me preocupar.. eu me preocupo com quem gosto, e pronto).
sim, o trecho é meio House Style… mas, meu lado Pollyanna manda te dizer que, que bom que podemos editar e rechear nossas lembranças de efeitos especiais, porque – já disse a Eliane Brum, no livro Uma Duas, viver – às vezes – só é possível na superfície.
então, quando estou me “afogando” com tanta “verdade e realidade”, boio para poder sobreviver e não afundar.
beijos
Hmmm, não tem nada que a senhorita possa fazer pra me deixar mais feliz não. Mas eu não me importaria com um striptease, hahaha.
Beijos, beijos.
xi, acho que vou te deixar mais deprimido ainda com a performance!!! rs rs rs
Feliz ano novo Srta. K!
Adoro este seu espaço. Sou uma leitora ávida desde a primeira “versão” do incompletudes.
Você consegue nos emocionar com seu olhar sobre a vida e, ao mesmo tempo, nos fazer rir de pequenas bobagens em segundos. Espero que, além de ter orgulho de nunca ter “abandonado” a leitura, você possa se orgulhar também de nunca deixar de cativar leitores com sua escrita (e não estou me referindo apenas ao blog mas, ao seu ofício de “jornaleira”, como você mesmo descreve -rs).
Só tenho dois desejos, acho que poderiam mais ser chamados de metas, em 2012 e espero poder cumprir. Não serão fáceis. Wish me luck!
Desejo para ti um 2012 maravilhoso… recheado com tudo que você mais gostar!
Beijos menina
Pra você também Manuzinha
Eu também amo quando você vem aqui, porque sei que você “me acompanha” desde outros tempos! E, porque, e especialmente por isso, adoro seus comentários.
ótimas “conversas” sempre. E, o trabalho de “jornaleira” pouco me orgulha, mas, paga o aluguel. Que já é de bom tamanho! rs Obrigado.
toda sorte do mundo. Por falta de desejo, não será!
beijo grande. e obrigado, sempre e sempre, por estar sempre aqui.
K., eu adorei essa lista! To precisando fazer um balanço como esse também…
Infelizmente, não consigo usar o método Pollyanna sempre. Me decepcionei muito comigo mesma neste ano – que insiste em caminhar como uma lesma pro seu término. Mas, acho que a coisa boa é que finalmente estou deixando meu pessimismo de lado e depositando alguma esperança em 2012, ano em que começo faculdade, mudo de cidade (muito provavelmente), de vida… logo, espero ter muitas experiências boas e aprendizado.
Fica aqui minha contribuição, uma tirinha do Quino, sobre o ano que está por vir:
http://bit.ly/uhQM7y
Um beijo e que sejamos todos pessoas melhores no próximo ano.
Feliz 2012! (:
ai ai…. essa Mafalda sempre a nos jogar umas “verdades”, né? AMO DE PAIXÃO.
Amadinha, é bom fazer esse tipo de lista sim (para pelo menos não perder de vista as coisas boas que nos acontecem). Claro que não podemos tirar o “pé” da realidade, mas, é bom “viajar” um pouco também. Parece que a “sociedade pós-moderna” está envolta neste pessimismo. Olho para todos os lados e vejo todo mundo assim, desabando de tanto pessimismo. Até parece que ser feliz saiu de moda! rs Sem contar que temos mania de sentirmos autopiedade, sabe? ó céus, ó vida, ó azar… Ain, que tenho uma preguiçaaaaaaaaaaaaa danada disso! (principalmente quando eu mesma acabo fazendo isso). Não dá para transformar os “problemas” da vida – em muleta.
Uma constatação de uma “velhinha”..rs.. (como diria o Luciano)..rs..: perdi MUITOS ANOS DA VIDA ME COBRANDO ALÉM DA CONTA. Me sentindo decepcionada comigo. Hoje, não caio mais nessa cilada.
Tenho um monte de problema, tenho um monte de defeito, às vezes, tenho vontade de cortar os pulsos com bolacha Maria, mas, são SÓ momentos. E, passam. Não deixo que eles tenham um papel principal em minha vida. No máximo, de coadjuvante.
um beijo grande, feliz 2012 pra você também, e divirta-se MUITO nessa nova jornada. Mudanças sempre rendem boas histórias. Não esqueça de contá-las aqui! rs (inclusive as sórdidas)..rs.
É, K., tenho visto muita gente pessimista, também. Mas o pior mesmo é a autopiedade, não tolero – embora também tenha às vezes, mas assim que caio na real já trato de eliminar.
Me decepcionar comigo mesma foi inevitável… mas gerou uma baita reflexão. Evito ficar me cobrando e sofrendo com isso, prefiro parar pra pensar, tentar entender os porquês… rever meus valores.
Espero ter muita coisa boa pra contar! =)
Beijos! E viva a Mafalda!
Usamos muito o método Pollyanna, só não damos a devida atenção. Acredito que esse método nem deva ser usado o tempo inteiro, de tempo em tempo é preciso quebrar a cara e cair de joelhos nas pedras, baixar um pouco a guarda para não cansar tanto e para que, como diz Mafaldinha, nos tornarmos melhores, e não o tempo. E esse é o grande espetáculo da vida.
Sobre o seu, melhor dizendo, o nosso pessimismo, façamos como disse o doutor Albert Schweitzer:
“A tragédia não é quando um homem morre, a tragédia é aquilo que morre dentro do homem enquanto ele está vivo” e o quê não pode morrer?
A nossa esperança, a que você tem para 2012, o ano que você começa a faculdade e possivelmente muda de cidade e de vida, e que ela seja real, com momentos bons e não tão bons, mas que sirva para dizer que viveu.
Tenha um ótimo ano novo.
Beijos
Se cuida
Nossa, Djavan, concordo plenamente! Estou apostando nisso. Feliz 2012 pra você também. =)
hum!!!..genial..K….fechou..muito.bem….desejo.de coração que você realize todos…todos..sem faltar nenhum…seus…”sonhos”…,quero..que tenha.um 2012……completamente…feliz………..você sabe que meu desejo é muito sincero…beijos..K….” guardo você no meu coração”….lúcia
querida Lucia, muito obrigado! desejo que você tenha muitos sonhos também!!!
owww… ainda mais com frase parecida de poema de e.e. cummings!
beijo linda
Na minha lista ‘Pollyanna’ incluo:
2 e-mails que me deixaram feliz em 2011: Srta K – anunciando o retorno; e aceitando minha proposta (in)decente embora irrealizavel no ano que passou
Que 2012 comece logo e que seja lindo desde sempre!!
sei sei…
você é uma tratante… me prometeu uma noite de orgias (ô, exagero!!! rs) e fiquei aqui, só na imaginação…rs.rs.rs.
vou cobrar esse ano!!
beijooooooooooooooo, feliz 2012 também!
K querida,
Que seu ano novo seja repleto de realizações, claro, melhores e mais felizes que em 2011.
Beijos!
Rô, amadinha
muito obrigado. Desejo também um ano maravilhoso para você. Beijo grande e obrigado por vir sempre me prestigiar.
Fico feliz!
Eu diria para sermos ridículos o ano todo. Levar a vida muito a sério não é tão bom assim.
Eu tive vários momentos Pollyanna, mas, infelizmente, eu ando levando a vida muito à sério e só tenho me prendido às coisas que faltam.
Por isso, em 2012, vou correr atrás delas.
Beijos!
E um ano lindo pra vc!
Deu pra ver que “se conselho fosse bom, aplicávamos a nós mesmos”, né? rs
xiiiiiiii, nem me fala…. sou experiente neste quesito! mas, continuo tentando..rs..
Evezinha, querida amiga
um ano maravilhoso para você também. Mais um pra compartilharmos nossas “aventuras” por aí. Beijo grande. love u.
e deixas talvez o post mais emocionante de 2011. adorei.
não deixo palavras de ano novo, que 2012 as traga todas..
bj
Ai, que lindo você aqui…
meu desejo para 2012 é que você esteja sempre presente. Porque gosto muito de você.
beijo grande.
só pra deixar um Feliz ano novo pra você…
e… sem listas, apesar de eu ser um tanto Pollyanna também.
Beijos.
Como assim, sem listas?
na-não… só eu “falo” neste blog… dá licença viu…
brincadeirinhhhhaaaa…
beijo amada, feliz ano novo tb!
Tentei deixar meu pessimismo de lado, e tive alguns momentos Pollyanna sim, é interessante e um pouco difícil, mas vale a pena, se não para mim, para com meus amigos.
Me dei conta disso, quando uma amiga me pediu conselhos amorosos. Não sei enrolar nesses assuntos e não gosto de ver meus amigos com ponto de interrogação impresso na testa quando falamos de relacionamentos. Precisava fazer alguém se sentir melhor consigo. Mostrar o jogo para outra pessoa.
Veio minha amiga, a T e mandei logo: Se ele estivesse apaixonadinho por você já teria feito uma escolha e tomado uma atitude. Já teria puxado você pelos cabelos, olhado nos seus olhos e dito: “É com você que eu quero ficar”, teria te dado um beijão na boca e te levado para a cama. Mas ao invés disso fica te enrolando com fofurinhas, e amor não sobrevive só com fofurinhas, as vezes tem que ser macho, tem que ligar o botão Homem das cavernas e te puxar arrastada…esse silêncio T, serve para você me interromper dizendo que acordou para vida e vai terminar agora porque ele é um frouxo que está te enrolando e atrasando sua vida.
T disse que eu tinha razão e blá, blá, blá e que ano que vem ia mudar. Eu disse para minha amada T que não tem ano que vem. Todo dia é um dia novo e diferente, e datas só servem para saber que dia você tem que ir no ginecologista ou entregar um trabalho para não ser mandado embora.
Faça o seguinte T, você vai acordar pela manhã quando for trabalhar, se maquiar e se vestir da forma mais sexy que puder, porque você é linda demais e inteligente, desatenta rsrsrs(para descontrair um pouco porque ela era loira na hora), mas inteligente, vai andar pela rua como se fosse dona do mundo, vai mostrar a sua beleza e dizer para os babões: pode olhar, mas para pegar, vai ter que ser muito macho. E vai fazer isso todos os dias, porque quem manda é você. E dar tempo para quem não se dedica a você é perde-lo.
Conselhos um pouco clichês, mas acredito que T esteja melhor agora, foi viajar e tudo, feliz da vida.
Não acho que precisamos tanto assim de novos anos. Para mim servem como parâmetro, uma fronteira de tempo para a realização das tais metas, assim como qualquer mês ou dia.
Porque nós não nascemos prontos e como diz Mário Sérgio Cortella:
“Seres humanos nascem incompletos, não-prontos, e vão se aperfeiçoando ao longo da vida”.
O “Djavan do final de 2011″ é minha mais nova e perfeita versão. Imagine a do ano que vem.
Que o ano de 2012 seja melhor que 2011 e pior que 2013.
Beijos para todos e um especial para as minhas sequestradoras, Bianka e a coisinha linda da K.
Se cuidem
Beeeeeeijos e cheiros para você, meu querido!!
Um 2012 cheio de realizações para você.
Ainnn, quer ser meu amigo? (preciso de alguém assim pertinho de mim… rs, rs..)
E vá se preparando psicologicamente, benzinho, nós vamos te raptar
Beijos, beijos, beijos… amado.
Seu amigo? sim, Why not?
Mesmo você pactuando com a srta. K para que minha liberdade seja subtraída. Que farão essas mulheres a esse pobre coitado?
Cheiros para você também minha flor, e que tenha um ótimo ano.
Beijos.
Não sei quanto à K., mas as minhas intenções são as melhores, no meu ponto de vista (6) !!
Muaaaaahahahahahaha.
Ai, como eu posso ser tããããão besta?? rsrs
Cheiro, meu rapaz.
Bêaaaa…
como assim suas intenções são as melhores??? rs rs rs Puxa! as minhas são as piores! rs rs rs… de boas intenções ele já tem a “primeira ministra em casa”..rs..rs.rs
beijossssssssssssss
pobre coitado? tá bom viu……
Hum.. tô vendo pra quem vou pedir conselhos quando me mudar pra “nossa” cidade!!!
você é ótimo ouvinte e conselheiro. amo. (e, claro, o coisinha linda ajuda mais ainda….) ô vaidade, segura a bruxa senão ela sai voandooooo! rs
um ano maravilhoso pra você também… será – com sequestro ou sem sequestro – mais próximo.
beijos
rsrsrs conselheiro razoável, mas ótimo ouvinte…se precisar, sabe onde me achar…
Beijos
Um feliz 2012 para todos os “incompletudianos”. “Incompletudistas”? “Incompletudianistas”? Whatever, vocês já entenderam. E, of course, (como diria a nossa querida anfitriã) especialmente para a Srta. K.
Samuel Beckett expressou melhor do que alguma vez eu conseguiria, nem que vivesse duas vezes, o que desejo para mim e para todos: “Tudo desde sempre. Nunca outra coisa. Nunca ter tentado. Nunca ter falhado. Não importa. Tentar outra vez. Falhar outra vez. Falhar melhor.”
Cheers!!!
Ric, amado…
mais um ano, né? E nós aqui… veja só! Com você e Beckett fica muito melhor.
já desejei feliz ano novo pra vc, mas, você sabe, sou repetitiva..rs.rs.rs e não me canso de falar, falar, falar! sr rs rs
beijooooooooooooooooooooo, um 2012 lindo pra vc
Preciso pegar umas dicas sobre vinho. Você sabe que eu não bebo, mas é bom ter em casa alguma coisa para situações especiais. Este que é o seu preferido está por R$104! Não dá impressionar alguém com algo mais em conta, não?
bjo bjo bjo
Você não beber, amado, é uma vantagem. Assim, quando eu for te visitar no Rio, você me trará em segurança para casa depois da nossa visitinha à Lapa
Em você eu confio sóbria ou tri-bêbada.
Bom, vinhos… claro que pode impressionar com vinhos mais baratos. Esse é o que gosto, mas, pra ocasiões especiais né! não dá para comprar sempre. $$$
não sou “a entendida”, mas, vou sempre pelas uvas. Tenho 3 uvas que gosto muito (por serem mais suaves): Carmènere (de preferência os Chilenos), Trempanillo (gosto dos espanhóis) e, Syrah (que pode ser francês, argentino e portugueses – também são bons).
Todos são tintos. Não tomo muito vinho branco, então, não sei indicar! A regra básica para os tintos é comprar Gran Reserva (que é de safra melhor) ou Reserva, e, 2007, 2008 ou 2009 (2010 e 2011 só para vinhos brancos). Os tintos “novos” têm muitos “taninos” – agarram na boca, sabe? Então, quanto mais envelhecido melhor (é o que acho). Dá para comprar vinhos assim na faixa de R$ 40, 50 tranquilamente. E, que são bons.
ajudei??? (não sei lá muita coisa… minha experiência é de beber mesmo..rs)
beijossssssssssss
Ajudou muito. Este é um assunto que não entendo patavinas. Já comprei algumas vezes para dar de presente (aquelas situações protocolares de trabalho), mas com a lógica do ‘se ele não gostar, pelo menos vai saber que paguei caro’… hahaha
Quando você vier ao Rio, pode deixar que garanto o seu preferido – a ocasião merece, claro!
bjos
eu já fui bastante pollyana na vida, o que me levou a ser o egoísta que sou hoje. e eu prefiro assim. pollyanísticamente falando, encontrar lado bom em tudo é querer tá sempre certo e de acordo com o politicamente correto da vida.
eu não quero ser genérico na constatação da pollyanice do ano, mas com certeza ser obrigado a comer o tal do rolinho primavera foi uma coisa boa demais. só que isso tudo é detalhe…
Amado,
não acho que encontrar o lado bom em tudo é querer estar sempre certo e de acordo com o politicamente correto da vida. Por exemplo, vejo o lado “bom” em muitas situações em que a maioria considera politicamente incorreto. Um exemplo? prefiro ser livre a ter um filho. Pra mim, vale mais minha liberdade – embora, AME crianças. E, isso está longe de estar “de acordo com a sociedade”. E a lista segue sem fim… aborto? (sou favorável à descriminalização do aborto, mas, não sou favorável ao aborto. São coisas diferentes. Não faria (ou gastaria de fazer) um, mas, não acho que seja crime). A maioria “católica” acho isso um horror. Pesquisas com células de embriões? por mim podem matar todos, desde que descubram a cura do câncer, da aids, da diabetes, etc… Morte assistida? ou, a chamada Eutanásia? Sou super favorável… pra mim tem um lado boníssimo na eutanásia, na morte digna… Enfim… acho que ser pollyanna em nada tem a ver com ser politicamente correto. É só uma forma, mais leve, de ver a vida.
Quanto a comida japonesa… você me enrolou e ficou só no rolinho primavera..rs.. mas, na próxima, você vai evoluir no cardápio japonês…
beijossssssssssssss,
você abusa de mim
isso porque só te obriguei a comer comida japonesa… imagina se eu tivesse te assediado!!!
eu não abuso de você, eu abuso da vida.
Ainn, K.
É que eu não quis assustar o menino!!
Vai que ele se esconde e a gente nunca mais o acha???
kkkkkkkk
Mas as minhas boas intenções são as piores… meio confuso?? rs
Beijooo
ai é mesmo, né Bêa… ó eu entregando o jogo!!! rs rs rs
somos boazinhas… uns anjinhos, diria…
beijo
Boazinhas, anjinhos? sei!
Somos sim, tá… Djavan
Tá… só um pouquinho. rsrs
Vocês dois têm distraído minha mente. Obrigada, de coração, por isso.
Aamo vcs