Páscoa em família

Calma, calma… não sumi, não! viu dona Lucia e cia ltda? Só foi um misto de muito trabalho e encontros familiares. Não li emails e nem passei por aqui. Então, fiquem calmos porque não fui abduzida por nenhum ET (embora, às vezes, pense que até preferiria ter um dedinho fino, feio e cumprido daquele no fiofó do que aguentar pessoas que moram no meu andar. Um ser humano de voz muito desafinada acha que é a encarnação viva da Marisa Monte). Enfim, como todos podem ver, tudo normal!
Agorinha mesmo ia voltar para o meu “Chico”, já que o cansaço definitivamente venceu toda e qualquer criatividade para a escrita que ainda resta em mim. Mas, me lembrei dessa coisa de Páscoa em família. Serei breve, prometo, porque estou com sono. Basicamente, a questão é: tem gente que passa os feriados do tipo religiosos na doce companhia de seus entes queridos. Comigo ocorre o mesmo, mas, com o adendo da parte sinistra. Sempre.
Sabe, às vezes, por mais que amamos nossa família a gente tenta negar a genética… Quem nunca tentou esconder um irmão, um primo, uma tia, etc, que jogue a primeira pedra. Nesse caso, a escondida era euzinha. Mais precisamente minha irmã andava bemmmmm à frente, no caminho da escola, para as pessoas não saberem que éramos da mesma família. Eu sei, faz tempo… mas, trauma é trauma… sabe como é!
Quem é “mais véio” aqui vai se lembrar de uma vez que tive um ataque de pânico (exagero) quando vi o dedinho torto da minha mãe, em meu pé, durante o banho. Credo. Que trauma. Minha mãe, ali, escancarada. E, no domingo, escancararam o DNA na minha fuça. Como?
Enquanto todos comemoravam a Páscoa com muita comida, meu tio-avô materno, de quase 70 anos, exibia a foto de sua nova namorada de pouco mais de 20 anos. Você não leu errado não: 70-20. Pensamento Insistente do dia: 70 – 20, 70 – 20, 70 – 20. Ok. Não sou uma pessoa preconceituosa e eu sou suspeitíssima pra falar desse assunto. Sou chegada num veinho!
(mas, tem limite né). No almoço, depois que “sublimei” a questão com muita salvação etílica, e a cara de susto já tinha passado, a “porqueira” do meu tio ficou falando da sua felicidade, dos seus passeios, do seu amor, carinho, amizade pela “sortuda”. Mas, fundamentalmente, falou muito sobre os PEITOS da namorada.
Não dá, né? Ou dá? Vai saber! Só Picasso salva! Minha imaginação é foguete. Nem tive vontade de comer (coisa rara, muito rara!!!! rs) porque fiquei imaginando aquela cena, meio constrangedora, do irmão da minha avó – um sujeito já meio curvado, boca murcha e fracote - grudado com a boca nos fartos seios da namorada recém-saída das fraldas. Ai que a coisa pegou… Não os seios da donzela, a PORCARIA DA GENÉTICA…
lembra? Eu, veinhos, safadeza… Fiquei aqui pensando: será, my god, que eu serei assim no futuro? Estarei grudada no piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii de um moçoilo de 20, quando tiver 70?
ESPERO NÃO VIVER TANTO ASSIM!
sorry por apresentar-lhes tamanho episódio dantesco!
Me lembrei de uma peça de Gorki, chamada Pequenos Burgueses. Afe, mas, isso falo outro dia! Boa noite, bom dia pra você!
ps1: Se esse post possuir vários erros, azar o seu. Não li o que escrevi e estou com sono!
ps2: Se reclamar vá catar coquinho (já me antecipando..rs… uma mulher prevenida vale por duas!)
ps3: O que fazer para tirar essa imagem do tio-avô, peitos fartos da namorada, boca murcha, felicidade da terceira idade da mente?
ps4: Eu disse que ia escrever pouco? Ah, é! xiiii…. sorry.
ps5: Obrigado por me aguentarem!

Cazuza – Por que a gente é assim?
Agora fica comigo e vê se não desgruda de mim
Vê se ao menos me engole, mas não me mastigue assim!


cara, eu fiquei imaginando o vovozinho dando um trato nas circunferências superiores da moça e tals, para serem tão comentadas, devem ser lindas….sei lá.
Agora você, quando estiver na idade da galera antiga, “dê” sim, uma volta com os “2.0″, os “7.0″ para mais, até podem usar o aditivo( viagra, o futuro remédio de cabeceira de muitos), mas não vão aguentar a viagem, o fôlego não é o mesmo….
Guria, você é “xarópe”!!
bj se cuida
ah, pense nessas coisas sim, mas não sempre…
Hahahaha, bem por enquanto, ainda prefiro não ter a imagem de velhinhos trepando, se fosse comigo ia me concentrar em imaginar a comissão de frente da Lolita e apagar digitalmente a imagem do tio-avó da memória.
rsrsrs, almoços em família sempre te mque ser regado a alcool para podermos aguentar rsrsrsrs.
abraços
Olha, K., se vc chegar nos 70 e continuar querendo mais ‘veinhos’ que vc, ai sim vai ser um problema, hehehe.
Oi K…
70 – 20??? Só vendo, para crendo! rssssss…….
Queria ver os peitinhos dela… aí sim, poderia opinar a resPEITO! kkkkkkkkk…….
Beijos… bye!
Adoro festas em família…
Ainda mais quando colocam uma música de corno, bem triste (iria escrever música ´sertaneja´ mas aí, meus conterrâneos aqui de Goiás, iriam me perseguir até a morte)…
Ficam lembrando dos que foram desta para outra (melhor ou pior, não sei)…
Choram abraçados…
Enchem-nos de fumaça de cigarros…
E, o Gran finale!!! Alguém aparece com uma mesa para um TRUCO, enquanto um corno largado pega um violão e fica tentando dedilhar algo que nem mesmo ele sabe o que é.
E é uma FESTA!!!
é … a gente é ‘assim’ mesmo, tanto de um lado qto do outro.
tanto por nos pasmarmos com casos como o do seu tio-avô, bradando “o que é isto?”, tanto qto tb não saberemos o que nos aguarda lá na frente … Velhice não é fácil, ainda mais num país ou cultura (como queiram) que previlegia a juventude e denigre o envelhecer …
Onde ficaria a lucidez? Não sei, não mesmo …
bjs K!
K. só posso dizer uma coisa: PALAVRAS GERAM IMAGENS!!!!! ECAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!
…rs.rs feriado ouvindo conversa de véio tarado é f…. querida … mas ! como ninguém é de “ferro” naturalmente você comeu muito chocolate e outras coisitas né…rs beijos lúcia
ps. seja bem-vinda bj.
Oi, linda!
Ainda não tinha postado nenhum comentário na versão branquinha do blog (não que eu me lembre…). Enfim…
Questão nº 1 – feriados em família. A minha opinião é: arrume uma viagem sozinha algum feriado religioso e suma! “Sempre” passar feriados em familia deprime!
Questão nº 2 – adorei fazer parte da turma dos “véios” e lembrar do episódio de pânico do dedinho mindinho!!! Ei, a Estrelinha (lembra da louca que te mandou os emails com texto no assunto?) ficou sem ler os últimos 17 post… Será que teria como você… sei lá… disponibiizar aê pra galera???
Questão nº 3 – Veinhos e novinhas (e vice-versa): Cara, vai por mim. Do jeito que você é acho que com 70 vai deixar muito mulequinho de 17 sem fôlego (arrasa, gostosa!!!!!)
Questão nº 4 – falando em Chico, você já ouviu/gostou/não teve saco para aquela cantora, Marina de La Riva? Ela veio aqui em Brasília e eu fui no show. Gostei bastante.
beijocas,
Flicts
PS: meu comentário acabou saindo que nem o post, meio grandinho… sorry…
Huahauahua. E eu reclamando das criancinhas de inte achando que era uma praga localizada das mulheres de inta. Você está me dizendo, insinuando, sei lá, que a tendência é piorar?
Pelo amor de Deus. Socorro.
Sabe, gordurinhas, um cabelo grisalho, vá lá. Mas pelanca que dobra eu ainda não consigo NEM imaginar. NEM as minhas próprias, como serão, que dirá de um tio-avô.
Essa doeu. Rs.
Besitos, querida, boa Páscoa atrasada.
Que sobrem ao menos os chocolates. Hehe.
Sei quanto essas inevitáveis (para quem quem acredita nisso) refeições familiares podem ser (e frequentemente são) traumáticas! Acredita que sei! Que susto! Solidariedade absoluta K!
Mas… se quando “veinha” se encontrar com toda essa força aí do super tio-avô, isso só será a certeza da herança de uns genes quase ao nível desse “O Beijo” de Picasso, pintado já com quase 90!!! Comparado com isso, seu tio-avô é quase um adolescente! Ahahah!
E quem vai reclamar disso? Quem vai reclamar se a K. continuar a lhe apetecer escrever apaixonadamente sobre literatura ou sobre um “causo” qualquer? Quem vai reclamar se continuar a amar e a desejar? Sua filha, sua sobrinha, sua neta (invadidas pelo nojo de imagens de velhos decadentes na cabeça)?
A vida é ciclica. Passamos por todas as fases. E o que é que nós sabemos do que é estar na pele de um “veio”?
Beijinho.
Coitado K. deixa ele, lembra do teu antigo mantra, “sem a nada ou a ninguém prejudicar, faça o que desejar.”
Se esta bom pros dois, que seja.
Xêros
olá achei seu blog por acaso!
Acabei gostando!
Como diria o pessoal do pretinho basico: Você é genial!
Passe no meu blog e comente o que achar legal!
http://www.evertonescrimim.wordpress.com
Putz, ter que imaginar uma cena dessas é muito azar.
É como música ruim – que gruda na cabeça – e só vai embora quando der na telha… Ou, com um bom esforço, muita repetição em outra atividade. Não duvido que tu já tenhas pensado em alguma!
Mas, quanto ao teu tio-avô, hein?! Meus respeitos a ele (sem trocadilhos, hehe). Eliminar 50 anos de diferença não é pra qualquer um. Aliás, é pra quase ninguém…
beijos