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	<title>Comentários sobre: Ensaios de amor</title>
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	<description>Pequenos fragmentos em imagens e palavras</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 08:33:09 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Priscila</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-5116</link>
		<dc:creator>Priscila</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 21:20:02 +0000</pubDate>
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		<description>Somos um monte de seres egoístas projetados para amar, elegemos alguém que seja nossa "vítima" e somos tão egoístas que não respeitamos o egoísmo do outro." Dane-se se ele (a) não está mais afim, eu estou afim e no que depender de mim vou ficar com vc até que a morte nos separe"...pf! É sempre no que ME diz respeito que o meu amor é baseado e não no que diz respeito a VOCÊ.
Li o livro e podemos constatar várias verdades, não por causa dos gráficos, imagens e estatísticas, mas porque sentimos exatamente o que o narrador descreve, sem tirar nem por. Por vezes pensei "que lixo!", mas depois aceitei a condição de sentir daquela forma, só porque não sou exceção.

Bjos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Somos um monte de seres egoístas projetados para amar, elegemos alguém que seja nossa &#8220;vítima&#8221; e somos tão egoístas que não respeitamos o egoísmo do outro.&#8221; Dane-se se ele (a) não está mais afim, eu estou afim e no que depender de mim vou ficar com vc até que a morte nos separe&#8221;&#8230;pf! É sempre no que ME diz respeito que o meu amor é baseado e não no que diz respeito a VOCÊ.<br />
Li o livro e podemos constatar várias verdades, não por causa dos gráficos, imagens e estatísticas, mas porque sentimos exatamente o que o narrador descreve, sem tirar nem por. Por vezes pensei &#8220;que lixo!&#8221;, mas depois aceitei a condição de sentir daquela forma, só porque não sou exceção.</p>
<p>Bjos</p>
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		<title>Por: André</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-4257</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2008 18:07:30 +0000</pubDate>
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		<description>Vou ler o livro, atendendo sua sugestão.
Mas também dou uma dica: a série de TV com 6 temas, baseados no livro "Consolações da Filosofia", saiu no Brasil em uma caixa com 2 DVD's, batizada com o nome "Filosofia para o dia-a-dia. Foi uma publicação especial da Revista Vida Simples, da Abril.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou ler o livro, atendendo sua sugestão.<br />
Mas também dou uma dica: a série de TV com 6 temas, baseados no livro &#8220;Consolações da Filosofia&#8221;, saiu no Brasil em uma caixa com 2 DVD&#8217;s, batizada com o nome &#8220;Filosofia para o dia-a-dia. Foi uma publicação especial da Revista Vida Simples, da Abril.</p>
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		<title>Por: Celine</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-3878</link>
		<dc:creator>Celine</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 19:40:21 +0000</pubDate>
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		<description>é aquela historia: a gente ama o que o outro nos proporciona.

beijos, flor.
tudo bem?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é aquela historia: a gente ama o que o outro nos proporciona.</p>
<p>beijos, flor.<br />
tudo bem?</p>
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	<item>
		<title>Por: Marcelo</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-3877</link>
		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:54:30 +0000</pubDate>
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		<description>Oi.

Não me interessei muito pelo livro, mas o tema é fascinante. O meu problema é que, para quase todos os temas, sempre acabo recorrendo a Proust.

"Só se ama aquilo que não se possui completamente"

"Damos a nossa fortuna, a nossa vida, por uma criatura; e no entanto sabemos muito bem que,com dez anos de intervalo, mais cedo ou mais tarde, negaríamos a esta criatura tal fortuna, preferiríamos conservar a vida"

Retirados de "A Prisioneira", quinto livro da obra "Em Busca do Tempo Perdido"

bjs e boa semana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi.</p>
<p>Não me interessei muito pelo livro, mas o tema é fascinante. O meu problema é que, para quase todos os temas, sempre acabo recorrendo a Proust.</p>
<p>&#8220;Só se ama aquilo que não se possui completamente&#8221;</p>
<p>&#8220;Damos a nossa fortuna, a nossa vida, por uma criatura; e no entanto sabemos muito bem que,com dez anos de intervalo, mais cedo ou mais tarde, negaríamos a esta criatura tal fortuna, preferiríamos conservar a vida&#8221;</p>
<p>Retirados de &#8220;A Prisioneira&#8221;, quinto livro da obra &#8220;Em Busca do Tempo Perdido&#8221;</p>
<p>bjs e boa semana.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ethel scliar</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-3876</link>
		<dc:creator>ethel scliar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:14:48 +0000</pubDate>
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		<description>Ih... Será que você vai encontrr seu amor na Alsácia? Dizem que lá não tem formiga não... Mas, falando sério: o assunto amor é sempre demais. Até porque o amor romantico, o principe encantado e tudo isto é uma invenção bem recente, e ãno faz parte da cultura "natural" da nossa espécie. Boa semana, cheia de amores! Ethel
PS: No interior de Sampa, bundinha de formiga frita é considerada uma iguaria! Pode? Ai, ai, ai, meus sais...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ih&#8230; Será que você vai encontrr seu amor na Alsácia? Dizem que lá não tem formiga não&#8230; Mas, falando sério: o assunto amor é sempre demais. Até porque o amor romantico, o principe encantado e tudo isto é uma invenção bem recente, e ãno faz parte da cultura &#8220;natural&#8221; da nossa espécie. Boa semana, cheia de amores! Ethel<br />
PS: No interior de Sampa, bundinha de formiga frita é considerada uma iguaria! Pode? Ai, ai, ai, meus sais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: mariah</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-3875</link>
		<dc:creator>mariah</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 14:12:15 +0000</pubDate>
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		<description>assunto capicioso esse hein?
mariah</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>assunto capicioso esse hein?<br />
mariah</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Patty Diphusa</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-3873</link>
		<dc:creator>Patty Diphusa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 03:56:04 +0000</pubDate>
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		<description>O máximo é se apaixonar pelo outro imaginando que ele não tem nada de você. E descobrir que tem. Adorei isso. 

Bjs, é sempre bom por aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O máximo é se apaixonar pelo outro imaginando que ele não tem nada de você. E descobrir que tem. Adorei isso. </p>
<p>Bjs, é sempre bom por aqui.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: lucia</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-3872</link>
		<dc:creator>lucia</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 00:56:42 +0000</pubDate>
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		<description>.....falar de amor é sempre muito complicado K!!!! em parte concordo com seu resumo..... realmente  pode " inventar" carência dentro de nós .....cobramos muito dos nossos  "amados" beijos ..lúcia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;..falar de amor é sempre muito complicado K!!!! em parte concordo com seu resumo&#8230;.. realmente  pode &#8221; inventar&#8221; carência dentro de nós &#8230;..cobramos muito dos nossos  &#8220;amados&#8221; beijos ..lúcia</p>
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	<item>
		<title>Por: Francisco</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-3871</link>
		<dc:creator>Francisco</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2008 17:50:12 +0000</pubDate>
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		<description>acho que no fundo, na ignorância não temos desejo de amar, temos desejo de sermos amados. Concordo que esse desejo é muito anterior ao fato em si. Por experiência, todos os meus amores platônicos eram as melhores pessoas que encontrei no universo. Só que não eram, obviamente. Olhando depois as mesmas pessoas sem a mesma intenção pude perceber que o que eu via não eram elas, mas o reflexo do meu desejo, eram, pra mim, do jeito que eu queria que fossem.

Querer amar e ser amado desse modo é fruto da carência interna, falta de amor por si, justamente como ele diz. Estamos tão cheios de ver tantas falhas em nós que queremos fazer parte de alguém que tenha qualidades.

Ele fala de algo bem interessante. A NECESSIDADE de amor. Temos que estar amando, ser amados, estamos todos procurando por alguém perfeito externo a nós...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>acho que no fundo, na ignorância não temos desejo de amar, temos desejo de sermos amados. Concordo que esse desejo é muito anterior ao fato em si. Por experiência, todos os meus amores platônicos eram as melhores pessoas que encontrei no universo. Só que não eram, obviamente. Olhando depois as mesmas pessoas sem a mesma intenção pude perceber que o que eu via não eram elas, mas o reflexo do meu desejo, eram, pra mim, do jeito que eu queria que fossem.</p>
<p>Querer amar e ser amado desse modo é fruto da carência interna, falta de amor por si, justamente como ele diz. Estamos tão cheios de ver tantas falhas em nós que queremos fazer parte de alguém que tenha qualidades.</p>
<p>Ele fala de algo bem interessante. A NECESSIDADE de amor. Temos que estar amando, ser amados, estamos todos procurando por alguém perfeito externo a nós&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: João Renato</title>
		<link>http://incompletudes.wordpress.com/2008/05/03/vamos-falar-de-amor/#comment-3870</link>
		<dc:creator>João Renato</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2008 16:32:14 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, K.
Concordo plenamente que o desejo de amar é anterior à amada, e que "o movimento inicial" é fundamentado na ignorância (e também nos nossos sonhos e carências), pois o que vemos no outro é apenas a ponta do rabo do elefante. 
Mas depois de algumas derrapadas (para a direita, a esquerda, a frente e atrás) e da conquista do direito à solidão, já dá para desvendar um pouco da ignorância e farejar quando a coisa caminha para um desencontro (ao menos, para os desencontros já conhecidos).
É pena que não dê para farejar a solução.
Beijos,
JR.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, K.<br />
Concordo plenamente que o desejo de amar é anterior à amada, e que &#8220;o movimento inicial&#8221; é fundamentado na ignorância (e também nos nossos sonhos e carências), pois o que vemos no outro é apenas a ponta do rabo do elefante.<br />
Mas depois de algumas derrapadas (para a direita, a esquerda, a frente e atrás) e da conquista do direito à solidão, já dá para desvendar um pouco da ignorância e farejar quando a coisa caminha para um desencontro (ao menos, para os desencontros já conhecidos).<br />
É pena que não dê para farejar a solução.<br />
Beijos,<br />
JR.</p>
]]></content:encoded>
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