Crianças do século XXI
Vamos às novidades. Depois de um período de quase dez dias, como um amigo diz de “mente inquieta”, isso na tradução literal significa dez dias sem dormir, que me deixa deprimida, com rugas, olheiras e vontade de morrer, que por ventura me torna (mais) anti-social, no sábado me rendi a um bichinho chamado “Dormonid”, a própria blue magic. Tirando o fato de que ele me deixa com cara de boba (mais), lunática, que vê “duendes e gnomos” por aí, contando vários causos dormindo (perigo!), a pior parte é que mesmo em doses mínimas ele me faz o efeito contrário ao tratado: durmo demais. Logo, passei todo o fim de semana e, parte do dia de hoje, como uma boa “ursinha branca e gordinha”, hibernando. De resto, tudo bem!
Me desculpem o sumiço, os posts e emails não respondidos. Vi que teve muita gente nova aparecendo por aqui, prometo colocar as visitas em ordem essa semana.
Acreditem: a ausência - neste caso - é mais segura (pra vocês)
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Como toda “ursinha porpeta” que sai da hibernação, acordei - lógico - com fome. E, lógico também, que não tinha nada na geladeira (acho que comi tudo no processo hipnótico do Dormonid ou foram os gnomos que circularam pela casa nesse período!!). Então, resolvi hoje quase 6 horas da tarde enfrentar o Pão de Acúçar e enriquecer um pouco mais a família Diniz.
Como meu único exercício físico ultimamente tem sido ir ao supermercado à pé, ainda mais depois de passar praticamente dois dias dormindo, hoje, fui lá, novamente, toda corajosa ignorando o carro.
Na volta, cena típica de São Paulo para um final de tarde: trânsito parado na avenida movimentada.
Com umas trinta e cinco sacolinhas, tentando me equilibrar entre a calçada em reforma e a carteira e chaves na mão, ando lentamente para não deixar cair nada. Uns dez carros à frente, vejo uma daquelas Kombis, com faixa amarela escrito: ESCOLAR.
Na janela, umas dez pestinhas com as cabeçinhas para fora, berrando. Eu andando e a Kombi se aproximando… e o barulho das pestinhas idem. Quando chega bem perto, paralela onde eu estava, um dos meninos que tinha no máximo uns 6, 7 anos começa a gritar para me chamar a atenção.
Eu, para variar, mostro a lingua para o “moleque” (é mais forte do que eu!!!). Ele olha espantado. Eu, andando devagar, mostro novamente, ele me joga um toddynho (cheio) na cabeça e sai rindo.
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Pô! essas crianças andam violentas demais.
antigamente, mostrava a lingua e no máximo recebia um choro ou outra lingua em resposta. Agora, uma “Toddada” na fuça foi a primeira vez.
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Resultado: cabelo cheio de meleca com gosto de chocolate. Donos dos carros atrás, rindo. Pestinha sem Toddynho.
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Bem feito para mim! Ri sozinha, é claro. No final, alegrou meu dia.
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9 Comentários
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Se alegrou o teu dia então tudo bem. Não sei se estou começando a ficar velho ou as crianças realmente estão mais mal educadas. A única vez que levei uma toddada foi quando estava na 1º serie em uma escola publica e um dos alunos mais velhos pegou o meu toddynho e derrubou na minha cabeça.
Pelo menos deu pra rir um pouco disso…
Beijos
Tenho mania de fazer tchauzinho pras crianças de outros carros no trânsito… se não retribuem… lá vai a língua pra fora com toda ira…rs Acho que criança somos nós!!!
bjo
auehuae
kk
que massa, os 2 com atitudes e não pessoas comum.
=p
see ya
o bizarro é estarem com as cabeças FORA do carro e o retardado do motorista não fazer nada.
Você tem o nome exato do tal coisa azul… Precisaria dormir tipo uma semana sem parar… O mais, o melhor…
Quanto aos moleques, por sorte você ainda não tem nenhum em casa… Fique feliz!
Um beijo,
Matt.
crianças … sempre tão espontâneas … rsrs
Eu detesto crianças. Por mim, morriam todas.
pensei que ia ter um post aqui para insônios de plantão, mas tá valendo
boa noite menina